segunda-feira, 13 de maio de 2013

As margens do mar



Insondável boca
que erra pelas praias do avesso
cinza que escorre do céu para o chão
pés por águas e silêncios lambidos
Insólita dama, bendigo teu nome
És caça
És fluida
És mar - movente estranheza
impronunciável certeza
de amar
Cala-me.

4 comentários:

  1. Bonito!

    Há sempre um poema
    diante à grandeza das cosias...
    E quando notamos em nós (o detalhe),
    essa mesma grandeza,
    viramos poesia:
    Um ser sempre contemplando.


    Virei poesia!
    Abraços...

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    1. Puxa Charles qualquer comentário seu é extremamente especial para mim...grande é mesmo o poema somos areia....

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  2. Essa sou eu!!! *.* Tanto em verso poetizado quanto nas palavras escolhidas para compor o poema, se eu fosse poeta certamente escreveria algo assim!
    Linda!
    =]

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    1. e não és poeta? rs
      isso é novidade para mim!

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